quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

[cap. 7]

Se tinha um pensamento na cabeça de Nara depois de toda experiência que teve com aqueles adolescentes ele era "bando de filhos duma puta!". Pelas diversas vezes que ela pensou em Marcos nunca o imaginaria daquela forma torpe. Afinal de contas em que mundo ela vivia? Perguntou-se a si mesma. Será que estou atrasada? Será que o sexo evoluiu e eu continuo no papai-mamãe de sempre? continuou. Mas a verdade era que suas metas em relação a sua vida sexual estavam sendo desafiadoras a ela mesma.

Enquanto estava sozinha em casa, Nara ficava no seu quarto às vezes imaginando, ou criando ou fazendo nada. Na verdade o quarto de Nara representava o refúgio de todas as ciladas do mundo, e de ciladas não se descartava aquela que tinha acabado de ver. Pela sinceridade dos fatos Nara não repudiou de imediato aquela demonstração de sexualidade, ela gostou daquela orgia e de como os seus colegas curtiam as suas particulares festas. Porém Nara interiormente também repudiava, fosse pela educação que teve ou fosse por algo que ela mesmo desenvolveu sobre o sexo.

Tudo silêncio no seu quarto, Nara sentada na cama sem fazer nada; a campainha tocou. Com dificuldade Nara desceu as escadas foi até a porta enquanto seu joelho latejava de dor. Quando abriu a porta tomou um susto. Era Marcos. Eles subiram para o quarto de Nara e ficaram conversando.

- Porque você fugiu ontem, perguntou Marcos; o que aconteceu?
Nara o olhou com um olhar que dizia "será mesmo que precisa perguntar", e mesmo assim Marcos não a entendeu.

- Como assim? Primeiro você me trata como se eu fosse uma louca que te persegue na escola e quer atenção, depois tu me convidas para uma festa em que não consigo nem me ver nela, e logo depois ainda pergunta " O que aconteceu?", e olha só, apontou para o joelho esfolado, machuquei o meu joelho saindo correndo daquela coisa lá.

- Não era preciso tudo isso.

- Como assim?

- Nara, olha, eu pensava que você fosse mente aberta e que não se importaria com o que fazemos. Nara percebeu que ele falava com sinceridade e realmente foi ingênuo ao pensar nela daquele jeito. Dizem que a paixão quebra as barreiras da ética e foi supostamente a justificativa para o que Nara iria faria. Ela se empatizou com toda a idéia e se considerou uma menina de cabeça aberta.

- Na verdade eu gostei, tentava convencer Marcos; eu só não sabia como reagir naquela hora principalmente sem ter sido avisada antes do que se tratava. E ela chamou a atenção de Marcos nesse momento. Ele começou a passar a mão no corpo de Nara, apalpou seus seios, beijou em sua boca, direcionou a mão dela em direção ao seu pênis que já estava rijo.

- É verdade é ? Nesse momento Marcos colocou a mão por dentro do shortinho de Nara, e logo já estava colocando a mão por dentro de sua calcinha. Tocou a vulva dela.

- Não posso transar, disse Nara.

- Eu trouxe camisinha, completou Marcos e foi flechado por um olhar de repreensão de Nara. O que foi? Não deveria estar preparado.

- Sim, mas deixa pra lá. Eu não posso porque meu joelho dói, enquanto falava Marcos massageava o clitóris dela. Ele está todo arrebentado e ainda não sarou quase nada.

- Não importa, eu faço sexo oral. Marcos tirou o short de Nara junto com sua calcinha abriu suas pernas e ficou admirando sua vagina como se estivesse apreciando um belo prato da culinária francesa. Começou beijando suas cochas, depois avançou para sua virilha, beijou seu clitóris, lambeu seus grandes lábios com uma delicadeza que Nara mais tarde classificaria como extrema experiência de prazer sexual, e continuou enfiando horas a língua , horas o dedo em sua vagina. Houve em momento em que ele fez como se fosse abaixar as calças para penetrá-la, mas logo foi reprimido com olhar de Nara.

Para muitos esse era o momento mais excitante que Nara estaria vivendo, e no decorrer do acontecimento ela estaria esquecida do tudo o que se passava no mundo ou mesmo do passado de sua vida. Era ouro engano pensar desse jeito. Nara atentava para uma bolsa que estava na cabeceira ao lado de sua cama, a bolsa que a acompanhou em sua jornada a casa do jovem que tinha a língua nesse exato momento em sua vagina.

Nara estava se esticando para alcançar a bolsa que tinha a faca - na sua cabeça a justificativa para o assassinato do adolescente seria que ela se defendeu por ele estar sendo estuprada - , Marcos estava fazendo Nara chegar ao clímax e gozar até sua mãe chegar e ver tudo aquilo.

- O que é isso?, gritou a mãe de Nara.

CONTiNUA...

2 comentários:

Dilersquitch disse...

os melhores capitulos são os de safadesa seguidos de morte, devo confessar que teve um final inesperado e muito bom vamos ver se vai ocorrer um homicidio duplo mas foi um episodio bem do jeito que eu gosto vocês devem imaginar o porque
just perfect
waiting for the next episode

aurelio. disse...

hahahaha...bem engraçado esse capitulo, nara é tão iludida chega a dar uma certa pena dela, ela é o tipo de pessoa que idealiza tudo do chato de seus pelos pubianos ate uma linda cena de assassinato....pobrezinha, mas continua davi a história ta bem legal...a mãe dela tem de ser uma legitima estressada esquizofrênica!