Porque havia dúvida de tudo - do que deveria ser feito, e o que deve ser feito era um tormento na forma exagerada que respondia, acima de tudo, uma alma acesa, mas morta, de cores florescentes e o florescente era a única sobra expressiva de vida. Mas um florescente cinza, que brilha bem ao preto e ao branco, que atrai em si o preto e branco, porque cada sentimento atrai em si certa iluminação do interior vivaz nosso.
Agressividade era sentida de fora, porque de dentro de si havia uma aceitação triste do que era, mas não de forma não consciente, sabia do que passava, mas entendem o que é um paralisante estado estático em si, mas corrido em pensamentos, todos sabem, diziam todos, porque se todos falam deve ser algo bem corriqueiro tirado da beleza, que deveria, ter pela rotina em transforma as coisas desprezíveis.
Dai andava pela cidade nos cantos que achava calmo, nos lugares de um silêncio eventual por que naquele tempo era o que fazia sentir-se bem. Metais e concretos, ai, estava fadado, sufocando-o como quando o questionavam sobre posições mal pensadas, por que de reflexão sabia, montava raciocínios bem simples, que enchiam a barriga por um período em que o vazio assustava mais que o risoriamente básico, porque a sobrevivência é um caso a parte, a parte do que disseram ser humano e próprio.
E um peso tão desconfortável, não sabia até que ponto um ser humano vivia com preocupação, tão cheio que um dia espocaria dentro de si e seria como uma alma murcha dentro de uma caixa que um dia deterioraria, porque os sentidos faltavam, as ações tinham perdido a intenção, assim como o de si de estava perdido no nada.
Pois desejou morrer, sim, desejou morrer, mas se matar era um grande passo, espera mesmo era que algo como um desastre natural o acertasse numa hora tão inesperada na mesma sorte que um dia acertou vários na loteria, porque, estava certo que eram situações igualmente aleatórias; da mesma forma que às vezes desejava viver tão bravamente quando finalmente sentia algo e isso o perturbava - porque não tinha o controle de se deixar permitir ser levado em existência pelo que gostava, pela paixão, acreditava que era na verdade questão de se cansar de tudo bem rapidamente, e isso era verdade - gostava de novas associações da mesma forma que estabilizava demais quando se cansava de uma, associações as quais não sabia desenvolver num sentindo longo, talvez por entendê-las tão rapidamente perdia o interesse no novo. Ah, o novo, a ressurreição, a vida e morte; assim mesmo, amado numa equação em que o primeiro é a soma, ou a multiplicação, ou a fatoração, ou alguma operação mais complexa que for das três últimas. Pois suspirou - amava de fato a existência das coisas novas, mas o tempo não lhe deixava pegá-las assim, tão rapidamente quando a percepção do que mais tarde fatigá-lo-ia. É uma questão de grande descompasso e de tanta verdade que um medo de expor possa ser a morte de um mistério que talvez acabe e daí o medo de encontrar um novo, se desgastar-se é importante para que o trio resulte em novo porque não, por um hoje, simplesmente deixar de preocupação e como algo inflado de ar preso a ao chão finalmente se solte até que chegue bem alto e exploda para que volte a terra e em pequenos pedaços e renasça depois novamente e fique nesse clico de onde um ou mais seres humanos entendam da brevidade e da vivência das coisas, hum?
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