quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Lá fora

Um rumor.Surge exagerada do lado de fora, uma forte impressão mata as idéias organizadas. Queria sair ou talvez paz serena distendida entre os dedos de uma mão segura. Querendo, até a vontade se pôs em vozes altas nos corações sensíveis. Vêm ao fogo as idéias projetadas e mostre-as à realidade nua que é o fora e os rumores. Mostre-me as mãos sujas até porque , talvez, estejam sujas de vergonhas.

 As decepções. Nuas como corpo desnudo e peludo de um ser humano qualquer, e que detalhes sejam vistos por todos, há pêlos, pelos os orifícios circundam, e numa mancha que quer cada vez mais ficar preta, vejam as partes.

 Levanta-se o homem, que no meio do improvável prove que faz sua própria história e mostre, junto com a experiência, a vergonha lançada da covardia. E que levante no dia claro para que se veja e os olhos produzam em si reflexo inspiratório e  faça nos seres humanos reflexão do que querem e como querem.

Os colos são muitos e a qualquer hora lágrima corre dos globos que são inseguros, que seja longe a indagação da dúvida derrubadora feita nos corações errantes.

 Cobram-se, as expectativas que em vozes agudas falam do futuro e, em vozes graves, colocam o presente contra o tempo. Teu momento é outro, onde te pegas solto, não vejas o que passa no agora o qual estar a passar, o ver é belo, o trabalhar é gratificoso, tomas o que teu é e tomas-te como próprio ser que foste ontem e faz no hoje para o amanhã.

 

Os ventos sopram forte do lado de fora, alma canta em olhos vermelhos, minha calma foi porque os tempos agora mudaram? Cadê eu depois de tudo sonhado? Cadê eu depois do tudo vivido?

 Rebenta os tempos e a casa voa como folha no meio de uma tempestade. Desfazer-me em prantos de choros profundos? O interior dói na desesperança do desacredita-se. A quem correrei se o feito é construído por quem chora em vez de viver?

 O Tudo é difícil e nunca ninguém falou que seria pré-visto por um guru adivinhoso do amanhã disposto. M um star sempre haverá o que se passa em degraus que desacreditamos nosso, mas por proporção natural nos acerta como quem quer ensinar que o hoje deve ser levado a sério e evoluído no agora.

Alguns diriam como fatores que selecionam, mas mais serve os dias que são, por si só, resquício do ontem que não nos pode ensinar tudo, ou talvez a certeza que de indiferente e indisposto espera por alguém que a tenha como posse dos que apesar dos rumores e decepções ainda acreditam que viver é lutar no incerto e inseguro. 

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