quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

[cap.3]

A caminhada continuava para ela, Nara decidia ou achava que decidia toda a sua vida, e se considerarmos que ela decidia todas as suas ações chegaríamos às mesmas conclusões.
Então estavamos tentando enteder o que levava uma pura menina a cair na desgraça sem ter ao menos recentimento. Tenho pena de informá-lo que ela sentia. Sentia da forma humana mais sutíl : subconcientimente.

O dia permanesceu normal: escola da mesma maneira agindo de forma sóbria, casa da mesma forma assistindo tv a tarde toda; o coração permanesceu normal: sem novas emoções mas desejando muitas delas.

O meu papel nessa história é deixar informações pessoais as quais ninguém obtém.Depois de todo esse tratamento aqui onde me encontro, darei detalhes cruciais e tenho certeza de que eles farão diferença. O tempo passa inorexavelmente e certamente não detalharei esses eventos para sempre.

Às seis da tarde ela começou a sentir calores, aqueles que sentiu fazia pouco tempo.Quem estaira com ela durantes aqueles momentos que se vivem á dois, se estava sozinha em casa?

E os graus de seu corpo continuavam subindo exponencialmente, respirações evitadas marcavam aquele momento peculiar.Descrevo aqui como ela sentia as consequências de todas as suas ações inconsequentes:

Sua mão percoreu o próprio corpo por exatamente 38 segundos e durante esse tempo sua imaginação tocava o mais perfeito e ideal tocável; seguindo de sucessivas descobertas, todas desejáveis e impressionantes, nenhuma despresível. As idéias seguiam, as sensações também. Ela não desejava que todas as descobertas voltassem, ela queria aquilo eternamente, ela queria aquilo mais profundo, ela almejava incessantemente, e quanto mais queria mais sentia, mais foi se tornando vivído, tão expressível que culminou em contrações musculares marcando o clímax.

Era o modo que ela encontrava de se desfazer de todas as suas artimanhas, mesmo que fosse secretamente, aquilo significava muito mais do que parece. Era um momento único, era momento de extravazar. Vejo essa ação desse jeito: a pobre menina imatura de seu coração, insatisfeita com suas emoções se expressava solitáriamente com sensações temporárias que significavam o mínimo que poderia ser vivido. Era o jeito que essa jovem tinha de viver, era o seu modo de agir, era seu subconsciente, era o seu ser.

4 comentários:

Unknown disse...

Jah da uma boa redação pra vestibular...:D:D

Laércio Barbosa disse...

"sua mão percoreu o próprio corpo por exatamente 38 segundos e durante esse tempo sua imaginação tocava o mais perfeito e ideal tocável"


TAS TE INSPIRANDO EM Q?hauahauaa
isso ai,vira o proximo Machado de Assis.Continua a historia heiiinn.Love ya

Dilersquitch disse...

adooooooooooooooooooooooro essas histórias de meninas promiscuas contadas por outras pessoas. Bem laura Palmer e Christiane F.
perfeito
just continue.

Davilluz disse...

Muito obrigado pelos comentários!!!!!! Fico feliz em ser correspondido!